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Vida & Lazer / Ambiente Limpo

Em busca da Aurora Boreal nos países do Ártico

Confira imagens do fenômeno de luzes nas regiões da Finlândia e da Noruega

27/12/2011,Greici Audibert

Grupos de turistas e fotógrafos percorrem atualmente a região do Polo Norte em busca das auroras boreais. Finlândia e Noruega são os países mais procurados. Existem, inclusive, empresas especializadas em acompanhar os interessados em registrar o fenômeno de luzes. Confira abaixo as imagens capturadas pela Aurorahunters (www.aurorahunters.com), empresa que leva sete turistas por semana para viagens em busca de auroras boreais.

A aurora boreal é um fenômeno óptico composto de um brilho observado nos céus noturnos nas regiões polares, em decorrência do impacto de partículas de vento solar e a poeira espacial encontrada na via láctea com a alta atmosfera da Terra, canalizadas pelo campo magnético terrestre. O nome foi batizado por Galileu Galilei em 1619, em referência à deusa romana do amanhecer Aurora e ao seu filho Bóreas, representante dos ventos nortes.


Foto: © Andy Keen www.aurorahunters.com



Foto: © Andy Keen www.aurorahunters.com



Foto: © Andy Keen www.aurorahunters.com



Foto: © Andy Keen www.aurorahunters.com



Foto: © Andy Keen www.aurorahunters.com



Foto: © Andy Keen www.aurorahunters.com
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Modelo novo de ônibus híbrido já circula em Londres

Veículo é 40% mais econômico e tem um nível de emissão de CO2 muito abaixo do normal

27/12/2011,Greici Audibert


Novo modelo do double-decker bus
O novo modelo do clássico double-decker bus – o ônibus de dois andares já circula por Londres. O veículo apresenta novo design e é equipado com motor híbridom movido a eletricidade e a diesel.

Segundo a empresa que gerencia o sistema de transporte público da cidade, a Transport for London, ele é 40% mais econômico e tem um nível de emissão de CO2 muito abaixo do normal. São 28 litros para 100 quilômetros de consumo.

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Oito dicas para um Natal mais sustentável

Cuidar com excessos na ceia, reutilizar os papéis de presente e a decoração são algumas medidas

21/12/2011,Greici Audibert

O site At!tude Responsável listou oito dicas para diminuir o impacto das festas de final do ano no meio ambiente. Confira:

1. Cuide com excessos na ceia
Calcule a quantidade de alimentos feitos para a ceia de Natal e evite o desperdício. Distribua o que sobrar para os convidados da festa ou congele para comer em outra ocasião. Opte por alimentos orgânicos sempre que possível. O site www.lovefoodhatewaste.com pode ajudar no cálculo da quantidade de alimentos.

2. Reutilize os papéis de presente
Reutilize papéis de presente que você já tem em casa e guarde os que ganhar nesse Natal para reutilizar. Outra ideia para economizar nos pacotes é embalar os presentes apenas com um laço ou um pequeno enfeite, sem gastar papel para isso. Além disso, opte por presentes de Natal mais sustentáveis.


Desligue as luzes das árvores de Natal
3. Desligue o pisca-pisca
Enfeitou a árvore e a casa com luzes pisca-pisca? Não as deixe ligadas por muito tempo, principalmente quando ninguém estiver no cômodo em que elas estão. Deixe-as ligadas somente nos momentos especiais e economize energia!

4. Não utilize louças descartáveis
Opte por pratos, copos e talheres não descartáveis, evitando o desperdício de plástico. Assim, a mesa da Ceia fica também mais bonita.

5. Incentive o desenvolvimento local
Já deve ter acontecido com você: abrir uma embalagem de papelão, encontrar outra de plástico, outra de papel e só então o produto realmente comprado. O excesso de embalagens é frequente principalmente em alimentos, e nessa época pode ser visto principalmente em panetones e bolachas. Que tal procurar alimentos menos industrializados? Panificadoras e cozinheiros locais podem ter opções de alimentos com menos conservantes e embalagens.

6. Reutilize a decoração
Opte por objetos de decoração reaproveitáveis e os armazene com cuidado para usar no ano seguinte. Outra ideia é decorar com vasos de plantas da estação.


Usa o velas para iluminar o ambiente
7. Utilize velas para iluminar a festa
Que tal dar um charme ainda maior para a festa e economizar energia elétrica? Uma ideia é iluminar a ceia com velas. Se elas forem feitas à base de soja, mais sustentável ainda.

8. Troque os cartões de Natal por uma ligação
Ao invés de mandar cartões de Natal, que tal ligar para as pessoas ou falar com elas pessoalmente? Assim, evita-se o desperdício de papel e os recursos usados para o envio.

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Reunião do clima termina com atraso e acordo em Durban

Protocolo de Kyoto foi renovado até 2017

12/12/2011,Greici Audibert


COP-17 encerrou neste domingo












Na mais longa reunião da Organização das Nações Unidas (ONU) sobre mudanças climáticas até hoje, representantes de 194 países concordaram, por volta das 5h deste domingo (1h de Brasília), em renovar o Protocolo de Kyoto pelo menos até 2017 e iniciar um processo com força legal, cujo resultado será um novo pacto global sobre o clima, a entrar em vigor a partir de 2020.

A 17ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP-17), em Durban, na África do Sul, terminou aproximadamente 36 horas depois do previsto. Ao término do encontro, ficou estabelecida também a estrutura do Fundo Verde do Clima – criado para financiar ações de combate às mudanças climáticas – que ganhou promessas de fundos de países europeus como a Alemanha, a Dinamarca e a Grã-Bretanha.

O novo Protocolo de Kyoto terá a participação de menos países, com a saída da Rússia, do Japão e o Canadá, e começará a vigorar no início de 2013.

Foi aprovada também a estrutura que possibilitará projetos de redução de emissões por desmatamento e degradação, o chamado Redd. A proposta permite que países possam captar verbas pelas emissões evitadas graças à preservação de florestas.

Para a ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, foi um desfecho "histórico" para o encontro. Mas ambientalistas consideraram o progresso modesto, lembrando que as decisões da reunião não afastam o planeta da perigosa rota que, segundo cientistas, levará a um aquecimento entre 3,5 graus Celsius (°C) e 5ºC acima dos níveis pré-industriais, ou seja, bem acima dos 2ºC recomendados pela ciência.

Alguns ambientalistas disseram considerar o resultado muito pior do que o esperado.

- Conduzidos pelos Estados Unidos, os países desenvolvidos renegaram as suas promessas, enfraqueceram as regras sobre ações climáticas e fortaleceram aqueles que permitem às suas corporações lucrarem com a crise do clima - disse Sarah-Jayne Clifton, da organização Amigos da Terra Internacional.


Marcha de Durban pede mudança radical
O Greenpeace também acusou os americanos de terem enfraquecido o resultado do encontro africano.

Para os negociadores, entretanto, a COP-17 foi um sucesso, sobretudo após o desentendimento entre o negociador-chefe brasileiro, Luiz Alberto Figueiredo, e um dos principais articuladores da União Europeia, o ministro britânico para Energia e Clima, Chris Huhne.

Europeus e brasileiros não conseguiam se entender sobre o uso da expressão "resultado legal" no texto final do instrumento que servirá de base para a criação de um novo protocolo para redução de gases a partir de 2020.

Depois de muita negociação, todos concordaram com o meio-termo "resultado com valor legal" para definir o texto.

Desde a aprovação do Protocolo de Kyoto, em 1997, apenas os países desenvolvidos tinham obrigação legal de reduzir as emissões. No entanto, com o crescimento acelerado de economias emergentes, passou a ser fundamental incluí-las em qualquer plano para reduzir o total global de emissões.

Países como a Índia e a China estavam relutantes em assumir o compromisso legal exigido como pré-requisito por europeus e americanos.

Juridicamente, o termo "instrumento legal" tem mais força que "resultado com força de lei" - que por sua vez é mais forte do que "resultado legal". A Europa queria a opção mais forte, enquanto para a Índia, a mais fraca era suficiente. Ambos ficaram satisfeitos com o meio-termo.

O documento aprovado neste domingo prevê o início das negociações já no ano que vem, para que esteja concluído em 2015 e entre em vigor em 2020.

Dessa forma, no futuro o novo pacto climático deverá atrelar todos os países a metas de redução obrigatórias, entre eles os Estados Unidos, que nunca ratificaram Quioto, e grandes emissores em desenvolvimento como a China, a Índia e o Brasil.

Fonte: Agência Brasil

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As 20 melhores cidades do mundo para andar de bicicleta

Rio de Janeiro é a única cidade brasileira presente no ranking, na 18ª posição

08/12/2011,Greici Audibert

Uma empresa de consultoria dinamarquesa especializada na utilização da bicicleta divulgou um ranking com as 20 melhores cidades do mundo para usar a bicicleta como transporte. Consta na lista, na 18ª posição, uma única cidade brasileira, o Rio de Janeiro.


Em Amsterdam, bicicletas representam metade do transporte

Ciclistas em Copenhagen, Dinamarca













Confira a lista das cidades:

1. Amsterdam (Holanda): as bicicletas representam até metade de todo o transporte feito na cidade. A cidade tem uma extensa malha de ciclovias e sistemas de aluguel de bicicletas. O planejamento urbano a favor das bicicletas começou ainda na década de 70.

2. Copenhagen (Dinamarca): a bicicleta é o principal meio de transporte de 40% da população e até os táxis aceitam transportar as magrelas. A cidade também foi a primeira do mundo a organizar um sistema público de uso colaborativo das bicicletas.

3. Barcelona (Espanha): é uma das cidades que mais investe atualmente em melhorar a infraestrutura para as bicicletas, e várias leis feitas diminuíram os índices de acidentes com bicicletas.

4. Tóquio (Japão): a cidade apresenta diversas facilidades para os ciclistas. Um exemplo é um estacionamento subterrâneo para mais de 9 mil bicicletas, para os ciclistas poderem fazer parte do caminho de bicicleta e outra parte de metro.

5. Berlim (Alemanha): a cidade é plana,facilitando o uso das bicicletas para transporte. O governo trabalha agora com campanhas de incentivo do uso da bicicleta como transporte e em 2012 a cidade contará com locais exclusivos para trânsito e estacionamento de ciclistas.

6. Munique (Alemanha): a cidade apresenta 1,2mil quilômetros de ciclovias. Além disso, leis e fiscalização rigorosas evitam acidentes.

7. Paris (França): conta com um serviço público de aluguel de bicicletas desde 2007. O Vélib, como é chamado, registrou mais de 100 milhões de viagens feitas com bicicleta e mais de 180 mil ciclistas inscritos. 20 mil bicicletas estão divididas em 1,8 mil estações.


Paris tem aluguel de bicicletas desde 2007















8. Montreal (Canadá): também conta com um serviço de aluguel de bicicletas, o BIXI (ativo desde 2009).

9. Dublin (Irlanda): o Dublinbikes, serviço de aluguel de bicicletas, foi considerado pela pesquisa um dos mais bem sucedidos da Europa. Pelo menos 10% da população da cidade utiliza a bicicleta como transporte principal.


Budapeste esta ampliando a infraestrutura
10. Budapeste (Hungria): ainda está em processo de ampliar a infraestrutura para ciclistas, mas conta com diversas campanhas governamentais de incentivo para esse modelo de transporte.

11. Portland (EUA): a cidade conta com grandes investimentos governamentais em infraestrutura e campanhas de incentivo.

12. Guadalajara (México): os principais pontos positivos para as bicicletas na cidade são os altos índices de segurança e um sistema de compartilhamento de bicicletas organizado. A cidade deve, porém, melhorar a infraestrutura.

13. Hamburg (Alemanha): o número de pessoas usando a bicicleta como meio de transporte principal cresce cada vez mais, além de te rum serviço organizado de compartilhamento de bicicletas.

14. Estocolmo (Suíça): a cidade apresenta um tráfego lento e calmo, permitindo que ciclistas circulem nas ruas com segurança. O governo da cidade se esforça para melhorar a infraestrutura do local.

15. Helsinki (Finlândia): o maior desafio da cidade é modernizar infraestruturas que já estão degradadas. A cidade tem um grande histórico de altos índices de ciclistas.


Tóquio oferece facilidades para ciclistas

Barcelona está em terceiro lugar













16. Londres (Inglaterra): a cidade passa por um momento de retomar o uso da bicicleta, mas as políticas públicas ainda não são fortes nesse sentindo. Londres já conta com um serviço de aluguel de bicicletas inspirado no de Paris.

17. São Francisco (EUA): a cidade conta com a utilização da bicicleta como transporte em sua cultura. A cidade precisa ainda melhorar a infraestrutura.

18. Rio de Janeiro (Brasil): segundo a pesquisa, a cidade conta com uma boa infraestrutura de ciclovias, desde 1992. Ainda, a cidade precisaria diminuir o limite de velocidade dos carros, para que ciclistas e pedestres pudessem circular com mais segurança.

19. Viena (Áustria): o uso da bicicleta como transporte é uma das prioridades do governo da cidade, que aumenta a infraestrutura e faz campanhas de incentivo. A cidade ainda não tem, porém, uma cultura da bicicleta.

20. Nova York (EUA): a cidade conta com grupos de luta pelo ciclismo fortes e organizados, mas com pouco incentivo governamental. Os índices de segurança também devem aumentar.

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