Leouve - Uma final onde a taça foi a esperança
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Uma final onde a taça foi a esperança

02.10.2016   .  01:58
Escrito por:
Foto: Reprodução Foto: Reprodução

Uma decisão de campeonato contra o Figueirense de Rafael Moura, em um sábado a noite, por um campeonato de pontos corridos a onze partidas do final - de normal nada será encontrado nesta frase -.


 


O Inter pode cair, mas toda determinação necessária para isto não ocorrer aconteceu. Não temos um time cheio habilidade, mas desta vez sobrou transpiração e garra. Enfim o feijão com arroz foi feito. Para quem, até agora estava queimando até um ovo frito, maravilha. Não ter ganho praticamente decretaria a queda a segunda divisão. Em um jogo tratado como final, a taça foi a esperança, de continuar vivo contra a queda.


 


 


“Quem joga é o time, mas quem é rebaixado é o clube”, disse Ibsen Pinheiro depois do jogo. Grande verdade. Ano que vem, caso caídos e despedaçados, os jogadores se vão, outro clube os pagará e a vida seguirá. Nós não, continuaremos aqui, para sempre.  Sentimos cada gol, cada bola perdida, cada passe ou bote errado. Cada derrota e cada empate que poderia ter sido mais. Sentimos a série A. Nós somos este clube e mostramos isto. Seremos conhecidos como a torcida que evitou o rebaixamento. Cada um dos milhares que se fizeram no Beira Rio hoje, são responsáveis pelos 3 pontos. Das ruas de fogo a cantoria por 90 minutos. Esta no olhar de cada um. Na comemoração exorbitante pelos grupos de mensagens afora. Ninguém vai cair.


 


Quinta tem mais, o cliché "é uma guerra a cada jogo" nunca foi tão verdade. Vamos a próxima guerra então.


 


Notas:


 


Danilo Fernandes: 5. Pouco exigido. Obrigado pela trombada Rafael Moura, rendeu muita cera.


Ernando: 7. Completando 150 jogos, seguro.


Paulão: 5. Bateu no Moura, já valeu.


Ceara: 7. Não é Arthur nem Geferson, ufa.


William: 8. Com uma arrancada que lembrou as do começo do campeonato gerou o gol. Muita garra.


Fernando Bob: 4. Não comprometeu.


Rodrigo Dourado: 7. Pegando em todas partes do campo, fazia tempo que não fazia uma partida boa.


Alex: 7. Até cansar lembrou o Alex que conhecíamos. Tomou para si a liderança do time.


Seijas: 5. Apagado.


Gustavo Ferrareis: 6. Corre muito. Muito mesmo.


Vitinho: 8. Porque não joga sempre assim?


Valdívia: 4. Torcida pediu muito, Roth obedeceu.


Aylon: 4. Entrou afobado e nervoso.


Eduardo Sasha: - Não teve tempo para mostrar nada, mas já deveria estar treinando separado em alvorada.


 

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Sobre o Autor

Davi Frizzo

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